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quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Alfabeto Literário - J -

Alfabeto Literário - J

A Jornada do Escritor: a palavra perante o tribunal da História

    Escrever é muito mais do que dominar a linguagem. É assumir um compromisso com a verdade, a beleza e a justiça. O escritor não apenas registra acontecimentos: interpreta seu tempo, denuncia injustiças, preserva a memória e semeia esperança. Sua matéria-prima é a palavra, mas sua verdadeira missão é formar consciências, pois toda obra publicada passa a pertencer não apenas ao autor, mas à História.

    Hegel ensinou que “a História do mundo é o tribunal do mundo”. Diante desse tribunal invisível, escritores e historiadores comparecem como testemunhas permanentes. A historiografia grava na pedra os acontecimentos; a literatura faz florescer sobre ela a sensibilidade humana. A História sem a poesia torna-se fria como o mármore; a poesia sem a História perde suas raízes. São duas asas da mesma memória: uma preserva os fatos, a outra lhes confere significado.

    Rui Barbosa sustentava que os atos humanos jamais escapam ao julgamento da posteridade. Em A Queda do Império e em seus escritos políticos, demonstra que o tempo desfaz as aparências e restitui à História a missão de julgar governantes, ideias e instituições. O escritor, por isso, não escreve apenas para seus contemporâneos, mas para esse tribunal permanente onde as palavras sobrevivem aos próprios autores.

    Jean-Paul Sartre afirmou, em Que é a Literatura?, que escrever é agir. Albert Camus, ao receber o Prêmio Nobel, recordou que o escritor deve servir aos que sofrem a História, e não aos que exercem o poder. Escrever é uma escolha ética. Um livro pode despertar consciências, inspirar reformas, impedir o esquecimento e transformar uma sociedade.

    No Brasil, essa missão encontrou intérpretes extraordinários. Machado de Assis revelou as contradições da alma nacional; Euclides da Cunha denunciou o abandono de Canudos; Lima Barreto combateu o preconceito; Graciliano Ramos deu voz aos esquecidos; Guimarães Rosa universalizou o sertão; Clarice Lispector iluminou a interioridade humana; Cora Coralina revelou a grandeza da simplicidade; Carolina Maria de Jesus rompeu o silêncio da pobreza; Bernardo Élis eternizou o Brasil Central.

    Também a poesia ajudou a construir a consciência nacional. Castro Alves transformou seus versos em um clamor contra a escravidão; Cruz e Sousa fez da dor uma afirmação da dignidade humana; Carlos Drummond de Andrade refletiu sobre a condição do homem; Cecília Meireles cantou a permanência dos valores; Thiago de Mello proclamou a liberdade como dever da consciência. A poesia denuncia para que a barbárie nunca pareça normal e para que novos horrores jamais encontrem o silêncio como aliado.

    Antonio Candido ensinou que a literatura constitui um direito humano, indispensável à formação da sensibilidade e da cidadania. Joseph Campbell mostrou que toda narrativa traduz a busca de sentido; Julia Cameron compreendeu a escrita como coragem criadora; Stephen King recordou que talento exige disciplina; Umberto Eco demonstrou que todo livro continua vivendo na interpretação de seus leitores. Friedrich Nietzsche, ao anunciar a crise dos valores, encontrou na arte uma poderosa afirmação da existência e abriu novas reflexões sobre o sentido da vida.

    Como escreveu Oswaldo Montenegro no poema “Metade”, “Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela mesma não saiba.” A cultura sempre foi guardiã da liberdade e denunciante dos abusos. Entre a pena do historiador e a lira do poeta, a humanidade escreve sua própria biografia. Ambos comparecem perante o tribunal da História levando não apenas os fatos, mas também seu significado, para que a verdade jamais caminhe sem a beleza, nem a justiça sem a esperança. Escrever é semear consciência; publicar é assumir responsabilidade perante o tempo.


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Porque cada livro transforma um leitor. E cada leitor ajuda a transformar o mundo.


Autores e obras

[1] Abílio Wolney Aires Neto — Juiz de Direito, professor, mestre pela PUC-GO e doutorando em Direito Constitucional pelo IDP/Brasília. Autor de 18 obras publicadas. Graduando em Filosofia, História e Jornalismo. Membro da Academia Goiana de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, do Instituto Bernardo Élis, da União Brasileira de Escritores e da Academia Goianiense de Letras.

[2] Imagem 10j:pgeditora58078477000170.

[3] HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Princípios da filosofia do direito. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

[4] BARBOSA, Rui. Queda do Império: Diário de Notícias. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Saúde; Casa de Rui Barbosa, 1947. v. 16, t. 1. (Obras completas de Rui Barbosa).

[5] BARBOSA, Rui. O adeus da Academia a Machado de Assis. Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 30 set. 1908. 

[6] SARTRE, Jean-Paul. Que é a literatura? 3. ed. São Paulo: Ática, 2004.

[7] CAMUS, Albert. Banquet speech. Stockholm: Nobel Prize, 10 dez. 1957. 

[8] CANDIDO, Antonio. O direito à literatura. In: CANDIDO, Antonio. Vários escritos. 5. ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011. p. 171–193.

[9] CAMPBELL, Joseph. The hero with a thousand faces. Novato: New World Library, 2008.

[10] CAMERON, Julia. The artist’s way: a spiritual path to higher creativity. New York: J. P. Tarcher/Putnam, 2002.

[11] KING, Stephen. On writing: a memoir of the craft. New York: Scribner, 2000.

[12] ECO, Umberto. Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 2015.

[13] NIETZSCHE, Friedrich. O nascimento da tragédia ou helenismo e pessimismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

[14] MONTENEGRO, Oswaldo. Metade. In: MONTENEGRO, Oswaldo. João sem nome. 1974. Poema publicado originalmente no libreto da peça. 

sábado, 25 de julho de 2026

Gilberto Mendonça Teles

 

P.G Galeria – Legado

👤 Dados Biográficos

  • Nome completo: Gilberto Mendonça Teles
  • Nascimento: 30 de junho de 1931
  • Falecimento: 4 de dezembro de 2024
  • Naturalidade: Bela Vista de Goiás (GO), Brasil.


🎓 Formação

    Graduou-se em Letras Neolatinas pela Universidade Católica de Goiás e em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Especializou-se em Língua Portuguesa na Universidade de Coimbra (Portugal), doutorou-se em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e tornou-se livre-docente em Literatura Brasileira.


💼 Trajetória Profissional

    Poeta, ensaísta, crítico literário, professor universitário, tradutor e pesquisador, Gilberto Mendonça Teles foi um dos maiores intelectuais da literatura brasileira contemporânea. Participou da criação da Universidade Católica de Goiás e da Universidade Federal de Goiás (UFG), onde fundou, em 1962, o Centro de Estudos Brasileiros (CEB). Lecionou também na Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Universidade de Brasília (UnB) e em universidades do exterior. Sua produção acadêmica tornou-se referência nos estudos da poesia brasileira, do Modernismo, da estilística e das vanguardas literárias.


📚 Obras Publicadas

    A produção bibliográfica de Gilberto Mendonça Teles ultrapassa uma centena de títulos entre poesia, crítica literária, teoria da literatura e ensaios. Entre suas principais obras destacam-se:

  • 1955 — Alvorada.
  • 1956 — Estrela-d'Alva.
  • 1972 — A Raiz da Fala.
  • 1979 — Retórica do Silêncio.
  • 1986 — Hora Aberta.
  • 1994 — Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro.

    Além dessas obras, publicou numerosos estudos dedicados à literatura brasileira, à poesia e à crítica literária.


🏆 Premiações e Reconhecimentos

  • • Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra.
  • • Prêmio Juca Pato – Intelectual do Ano, da União Brasileira de Escritores.
  • • Prêmio Jabuti.
  • • Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, concedida pelo Governo de Portugal.
  • • Diversas homenagens e distinções literárias nacionais e internacionais.


🏛️ Academias e Instituições Literárias

  • • Academia Goiana de Letras (AGL) – Ocupante da Cadeira nº 11.
  • • Academia Brasileira de Filosofia – Membro titular.
  • • Academia das Ciências de Lisboa – Acadêmico correspondente.
  • • Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG) – Membro e ex-presidente.
  • • União Brasileira de Escritores – Seção Goiás (UBE-GO) – Ex-presidente.


🕰️ Legado

    Gilberto Mendonça Teles ocupa lugar de destaque entre os maiores escritores da história de Goiás e da literatura brasileira. Sua obra poética, marcada pelo rigor estético e pela reflexão sobre a linguagem, dialoga com a tradição e a modernidade, enquanto seus estudos críticos transformaram-se em referências para pesquisadores, professores e escritores. Sua atuação como docente, ensaísta e pesquisador contribuiu decisivamente para a consolidação dos estudos literários em Goiás e para a projeção da cultura goiana no cenário nacional e internacional. Seu legado permanece vivo por meio de sua vasta produção intelectual e da influência exercida sobre gerações de leitores, escritores e estudiosos.


📖 Fontes consultadas

  • • Universidade Federal de Goiás (UFG).
  • • Academia Goiana de Letras (AGL).
  • • Academia Brasileira de Filosofia.
  • • Grupo Editorial Global.
  • • Obras do autor e bibliografia especializada.

Miguel Jorge

 P.G Galeria – Contemporâneo

Miguel Jorge

👤 Dados Biográficos

Nome literário: Miguel Jorge
Nome completo: Miguel Jorge
Nascimento: 16 de maio de 1933
Naturalidade: Campo Grande (MS), Brasil.
Residência: Goiânia (GO), Brasil.


🎓 Formação

Graduou-se em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Posteriormente, formou-se em Direito e em Letras Vernáculas pela Universidade Católica de Goiás (atual PUC Goiás). Exerceu também estudos voltados à Literatura Brasileira e Goiana.


💼 Trajetória Profissional

Romancista, contista, poeta, dramaturgo, ensaísta, crítico de arte, roteirista e professor universitário. Lecionou Farmacotécnica na Universidade Federal de Goiás (UFG) e Literatura Brasileira na Universidade Católica de Goiás. Foi um dos fundadores do Grupo de Escritores Novos (GEN), presidindo a entidade por duas vezes. Também presidiu, por dois mandatos, a União Brasileira de Escritores – Seção Goiás (UBE-GO) e dirigiu o Conselho Estadual de Cultura. Sua produção literária reúne romances, contos, poesia, teatro, literatura infantojuvenil, ensaios, roteiros cinematográficos e crítica de arte, consolidando-o como um dos escritores mais importantes da literatura goiana contemporânea.


📚 Obras Publicadas

Entre suas principais obras destacam-se:

1967 — Antes do Túnel. Editora da UFG. Goiânia (GO).
1969 — Texto e Corpo. Editora Oriente. Goiânia (GO).
1970 — Couto de Magalhães: A Vida de um Homem. Editora Oriente. Goiânia (GO).
1974 — O Visitante e Os Angélicos. Editora da UFG. Goiânia (GO).
1974 — Os Frutos do Rio. Editora Oriente. Goiânia (GO).
1975 — Caixote. Editora Oriente. Goiânia (GO).
1978 — Avarmas. Editora Ática. São Paulo (SP).
1981 — Veias e Vinhos. Editora Ática. São Paulo (SP).
1981 — Teatro Moderno. Editora da UFG. Goiânia (GO).
1985 — Urubanda. Nova Fronteira. Rio de Janeiro (RJ).
1985 — Morosinho. Atual Editora. São Paulo (SP).
1985 — Atrás do Morro Azul. Atual Editora. São Paulo (SP).
1986 — Um Anjo no Galinheiro. Berlendis & Vertecchia. Rio de Janeiro (RJ).
1989 — Asas de Moleque. FTD. São Paulo (SP).
1990 — Profugus. Kelps. Goiânia (GO).
1991 — Nos Ombros do Cão. Editora Siciliano. São Paulo (SP).
1993 — A Descida da Rampa. Estação Liberdade. São Paulo (SP).
1994 — Ana Pedro. Cartago Forte. São Paulo (SP).
1997 — Pão Cozido Debaixo de Brasa. Mercado Aberto. Porto Alegre (RS).
2004 — Lacraus. Ateliê Editorial. São Paulo (SP).
2008 — O Deus da Hora e da Noite. Kelps. Goiânia (GO).
2009 — Ah, Shakespeare, que falta você me faz. Kelps. Goiânia (GO).
2020 — Em Busca do Coração no Sábado à Noite. Arribaçã Editora. Goiânia (GO).


🏆 Premiações e Reconhecimentos

• Prêmio APCA pelo romance Veias e Vinhos.

• Prêmio Machado de Assis, da Biblioteca Nacional, pelo romance Pão Cozido Debaixo de Brasa.

• Prêmio Hugo de Carvalho Ramos.

• Prêmio Harry Laus.

• Obras traduzidas para o espanhol, italiano e inglês.

• Homenageado pela Academia Goiana de Letras como Patrono do Ano Cultural de 2023.


🏛️ Instituições

• Academia Goiana de Letras (AGL) – Ocupante da Cadeira nº 8.

• Grupo de Escritores Novos (GEN) – Fundador e ex-presidente.

• União Brasileira de Escritores – Seção Goiás (UBE-GO) – Ex-presidente.

• Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) – Membro.

• Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA) – Membro.

• Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro-Oeste (ALCARTES) – Acadêmico da Cadeira nº 33.


📧 E-mail

migueljorgeescritor@gmail.com


📸 Instagram

@miguel.jorge.58726823

https://www.instagram.com/miguel.jorge.58726823


💬 WhatsApp

Não divulgado publicamente.


🌐 Site oficial

Não possui site oficial oficial divulgado.


📖 Fontes consultadas

• Mapa Goiano.

• Arribaçã Editora.

• Academia Goiana de Letras.

• Academia de Letras, Cultura e Artes do Centro-Oeste (ALCARTES).

• Agência Brasil Central.

• Wikipédia. 

Rodriana Costa

RODRIANA COSTA

P.G Galeria — Contemporâneos

👤 Dados Biográficos

Nome completo: Rodriana Dias Coelho Costa
Nome literário: Rodriana Costa
Nascimento: 1983
Naturalidade: Pires do Rio (GO)

Rodriana Costa é escritora, professora e pesquisadora goiana. Nascida em Pires do Rio, em 1983, mantém trajetória que articula criação literária, docência e pesquisa acadêmica.

Em seu site oficial, relata que a escrita está presente em sua vida desde a adolescência. Sua produção literária contemporânea concentra-se principalmente em contos e crônicas, com forte presença da memória, das experiências humanas e do território goiano.


🎓 Formação

Graduada em Letras — habilitação em Português pela Universidade Federal de Goiás (UFG), em 2012. Durante a graduação, participou de projetos de pesquisa relacionados às línguas indígenas da família Jê e aos estudos funcionalistas da linguagem.

É mestra em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Goiás, título concluído em 2014, com pesquisa na área dos Estudos Linguísticos e do funcionalismo.

Concluiu o Doutorado em Linguística pela Universidade de Brasília (UnB), em 2020, com a tese:

Fiar e tecer: linhas culturais para tessitura do ensino-aprendizagem de português como língua adicional.

O estudo aborda português brasileiro como língua adicional, práticas docentes, interculturalidade e contextos de ensino envolvendo estudantes indígenas e italianos.

Durante o doutorado, realizou período de estudos na Università degli Studi “G. d'Annunzio” Chieti-Pescara, na Itália, por meio do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento/CAPES.


💼 Trajetória Profissional

Rodriana Costa é professora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira no Instituto Federal de Goiás (IFG), Campus Goiânia.

O perfil institucional do IFG também a apresenta como escritora nos campos científico e literário. Sua atuação acadêmica envolve temas como ensino de língua portuguesa, literatura, interculturalidade, línguas indígenas, políticas linguísticas e práticas de letramento.

Atuou no Curso de Educação Indígena Intercultural da Universidade Federal de Goiás, na área de português como segunda língua/língua adicional.

Paralelamente à docência e à pesquisa, desenvolve produção literária em contos e crônicas. Textos de sua autoria circulam em livros, coletâneas, veículos de comunicação e espaços literários. Seu site oficial reúne também trabalhos acadêmicos, crônicas e registros de atividades culturais, entrevistas, podcasts e participação em eventos literários.


📚 Obras Publicadas

2022 — Aromas e Memórias: contosLivro de contos em que memória, experiências femininas e referências ao território goiano constituem elementos recorrentes das narrativas. A obra integra o catálogo disponibilizado no site oficial da escritora.

2025 — Casulo da BorboletaColetânea composta por 14 contos, lançada em 2025. O livro foi apresentado durante a Flipiri, em Pirenópolis (GO), e desenvolve narrativas relacionadas às transformações, conflitos e escolhas vivenciadas por suas personagens.

2021 — Educação Intercultural, Letramentos de Resistência e Formação Docente. Editora da Abralin. Publicação acadêmica vinculada aos estudos sobre educação intercultural, letramentos e formação docente, com participação de Rodriana Costa.

Entre outros textos disponibilizados publicamente estão:

  • “Abricó-de-macaco” — conto publicado no site da União Brasileira de Escritores;
  • “Um dia me disseram: ‘o altruísmo não existe!’” — crônica publicada no Jornal Opção;
  • “A Camareira” — conto premiado;
  • “Minha amiga Esmeralda” — conto publicado em antologia internacional em Cabo Verde.


🏆 Premiações e Reconhecimentos

2024 — 9º Prêmio VIP de Literatura

  • O conto A Camareira recebeu premiação na 9ª edição do Prêmio VIP de Literatura. O reconhecimento foi divulgado publicamente pela escritora e registrado posteriormente em perfil jornalístico dedicado à sua trajetória.
  • O conto Minha amiga Esmeralda alcançou circulação internacional por meio de publicação em antologia em Cabo Verde.


🏛️ Instituições

Instituto Federal de Goiás — IFGProfessora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira no Câmpus Goiânia.

União Brasileira de Escritores — Seção Goiás (UBE-GO): 
  • Escritora associada
  • Na gestão 2024–2026, integrou a diretoria da UBE-GO como 1ª secretária, conforme composição da chapa eleita divulgada publicamente em 2024.
  • Vice-presidente eleita para a gestão 2026-2028

Universidade Federal de Goiás — UFGInstituição de sua graduação em Letras e do- mestrado em Linguística e Língua Portuguesa.

Universidade de Brasília — UnB: Instituição na qual concluiu o Doutorado em Linguística, em 2020.


📧 E-mail: rodriana@rodrianacosta.com.br


📸 Instagram: @rodrianadiascosta


🌐 Site oficial : Rodriana Costa 


📖 Fontes Consultadas
  • Site oficial de Rodriana Costa — biografia, obras, contatos e atividades culturais.
  • Instituto Federal de Goiás — perfil institucional e atuação docente.
  • Universidade de Brasília — Repositório Institucional, tese de doutorado.
  • Universidade Federal de Goiás — registros acadêmicos e de formação.
  • Revista Goyazes — dados acadêmicos e trajetória de pesquisa.
  • Editora da Abralin — produção acadêmica.
  • União Brasileira de Escritores — Seção Goiás — relação pública de associados.
  • Jornal Opção — trajetória literária, obras, reconhecimento e participação na diretoria da UBE-GO.
  • Divulgação da Flipiri 2025 — lançamento de Casulo da Borboleta.
___________________________________________________________________________________

P.G Galeria — Contemporâneos: memória da literatura goiana.
Um projeto cultural da P.G Editora.

Patrícia.Gabriel

P.G Galeria – Contemporâneo

👤 Dados Biográficos

  • Nome literário: Patrícia.Gabriel
  • Nome completo: Patrícia Nogueira Braga
  • Naturalidade: São Miguel do Araguaia (GO)
  • Residência: Goiânia (GO)


🎓 Formação

  • Masterpiece of World Literature – Harvard University.
  • Formação de Editor – Casa Educação.
  • Produção Editorial, Revisão Textual e Gramática para Revisores – Universidade do Livro (UNESP).
  • Tecnóloga em Gestão de Pequenas Empresas – UniAnhanguera (GO).
  • Bacharel em Direito – PUC Goiás.


📚 Obras Publicadas

2023 — Mel (2ª edição). Goiânia (GO).
2023X: Viagem pela Escrita. Volta Redonda (RJ).
2019Sarau Brasil. Vivara Editora. Cabedelo (PB).
2019Liberdade – Poesia Livre Luso-Brasileira. Chiado Books. Lisboa (Portugal).
2018Além da Terra, Além do Céu. Chiado Books. Lisboa (Portugal).
2018Trilogia Mel – Volume I: Mel. Chiado Books. Lisboa (Portugal).

🏆 Premiações e Reconhecimentos

  • Certificado do Mérito Legislativo – Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Ale-GO), 2026.


🏛️ Instituições

  • Membro Associado da União Brasileira de Escritores – Seção Goiás (UBE-GO).
  • Membro correspondente da Academia Goianiense de Letras (AGnL).


📧 E-mail: patricia.gabriel201210@gmail.com

📸 Instagram: @patriciagabriel_escritora


🌐 Site oficial Patrícia.Gabriel: 

Site AGnL: Membra correspondente, cadeira 67: 


📖 Fontes consultadas: Informações fornecidas pela autora.

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